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Agualva  
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 História



História

O povoamento do território da freguesia remonta à conquista Cristã de Lisboa e Sintra aos Mouros, em 1147, por D. Afonso Henriques. A primeira referência conhecida surge nas inquirições Afonsinas de 1220.

No século XII, “Águalva ” e Cacém já eram povoadas. O curso da ribeira das Jardas ou da Água Alva demarcavam então os limites administrativos e paroquiais. Agualva e outros lugares da margem esquerda da Ribeira faziam parte da freguesia de Belas, enquanto Cacém, São Marcos e outros lugares da margem direita estavam integrados no termo de Sintra e faziam parte da freguesia de Rio de Mouro.

Note-se que Agualva, enquanto lugar da freguesia de Belas era lugar conhecido por Jardo, o que levou o célebre Bispo de Lisboa, D. Domingos, por ter nascido ali, a apelidar-se de Jardo.

Nos séculos seguintes expandiu-se o povoamento e a ocupação do território com o aparecimento de várias quintas solarengas (Quinta da Barroca, Quinta da Fidalga, Quinta do Tojal, etç) novos casais agrícolas e a Feira de Agualva, uma das mais antigas da região saloia, que se realiza desde 1713.

A indústria e comércio são das actividades que empregam maior número de pessoas na freguesia, tendo em conta a sua transformação no séc. XX numa das áreas suburbanas da grande Lisboa.

A Freguesia

A freguesia de Agualva – Cacém criada pelo decreto-lei nº 39210, de 15 de Maio de 1953 tem tido grande desenvolvimento populacional e urbano, que lhe valeu ser elevada à categoria de vila pela Lei nº 66/85.

A vila foi elevada a cidade em 12 de Julho de 2001, tendo a antiga freguesia sido administrativamente dividida em 4 freguesias civis; Agualva, Cacém, Mira-Sintra e São Marcos no dia 3 do mesmo mês.

Após a elevação de Agualva-Cacém a cidade, esta passou por vários projectos de beneficiação por parte da Câmara Municipal de Sintra, mas também por parte do famoso Programa Polis (projecto para a requalificação das cidades europeias.

 

Símbolos Heráldicos

Anta Arqueológica

Representa a Anta de Agualva, um dos elementos mais significativos do património arqueológico da freguesia.
Ponte e Burelas Ondadas

Representa a Ribeira de Jardas ou Água Alva e sua ponte, assim como o património cultural e edificado da freguesia.

Roda Dentada

Representa a indústria como uma das actividades base da economia local.

Coroa Mariana Representa o orago da freguesia: Nossa Senhora da Consolação.

 

Património

Anta de     Agualva   

Classificada como monumento nacional por decreto de 16 de Junho de 1910, a Anta ou Dólmen de Agualva foi construída há cerca de 5.000 anos pelos habitantes pré-históricos do local que é hoje a nossa freguesia para servir de túmulo colectivo.

 
 
 
Gruta de Colaride  
 
No pequeno Planalto de Colaride, situada à beira de uma estrada de terra batida, existe há milénios uma cavidade natural a que os moradores mais antigos da zona chamam “Fojo do Mouro” e os espeleólogos designam por Gruta de Colaride.

Na espantosa Gruta correm duas ribeiras subterrâneas, existindo ainda uma cascata de 15 metros e um Lago.

Pela sua extensão e interesse espeleológico e arqueológico, a Gruta de Colaride é uma das mais importantes do distrito de Lisboa.

 

Quinta da Fidalga

Nome porque é vulgarmente conhecida a antiga Quinta de Nossa Sra. Do Monte do Carmo, fundada por volta de 1725 por José Ramos da Silva, Provedor da Casa da Moeda e pai do escritor Matias Aires, morgado de Agualva.

 


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